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Tiganá Santana is a Brazilian singer in search of his Afro-Brazilian roots, who reveals with his music his own modern and ancestral sight of the universe. He is one of those rare Brazilians who partly composes in African languages, refreshing our ears with airy harmonies. Swedish Label ajabu! will release his new album The Invention Of Colour in November 2012 worldwide.
Tiganá Santana, 28 years old with 12 years of career, is identified by black music experts as an apprentice of the universal masters Dorival Caymmi, João Gilberto, Cole Porter, Pixinguinha, Ali Farka Touré and Habib Koité.
Tiganá grew up in the Afro-Brazilian city of Salvador in Bahia, on Brazil’s Atlantic coast, in a house where he could watch the different moods of the sea. – I depend on the views of the ocean, horizon and the universe, says Tiganá. The view over the sea gives indeed a poetic sounding in his music, the flow of warm water. The lyrics are deeply mystical as part of the Afro-Brazilian religion of Candomblé. He sings about universal things, who we are and where we come from. Tiganá Santana sings in Kikongo and Kimbundu, but also in Portuguese, English and French. He plays on a kind of experimental guitar with only five strings, tuned in his own way. And so his deep warm voice, a little rough, which hovers over the quiet guitar accompaniment.
Most of his new album The Invention of Colour was recorded in Stockholm, with guest artists like Ane Brun, Maher Cissoko, Joakim Milder and the Cape Verdean singer Mayra Andrade.
Apontado por Naná Vasconcelos como um dos novos bastiões da música popular, além de exaltado por sua sonoridade afro-brasileira de múltiplas formas, é apontado por especialistas em música negra como um aprendiz dos mestres universais Dorival Caymmi, João Gilberto, Cole Porter, Pixinguinha, Ali Farka Touré e Habib Koité.
Agora em Novembro 2012, Tiganá Santana lança seu segundo disco, "The Invention of Colour" pelo selo sueco Ajabu, gravado com artistas internacionais convidados como Ane Brun, Maher Cissoko, Joakim Milder e a cabo-verdiana Mayra Andrade. Dono de um som autêntico, gravou seu primeiro CD em 2009, "Maçalê", produzido com o apoio institucional do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, com direção musical de Luiz Brasil.
Tiganá Santana, cantor e compositor de 28 anos, com 12 anos de carreira, cresceu na cidade afro-brasileira de Salvador na Bahia, numa casa onde ele podia admirar as variações do mar. - Dependo das vistas para o mar, para o horizonte e para o universo, diz Tiganá. A visão do mar dá realmente um som poético na suas músicas, o fluxo e refluxo do oceano. Suas letras profundamente místicas, inspiradas pela religião afro-brasileira do Candomblé, falam de elementos universais, quem somos e de onde viemos. Tiganá compõe e canta em kicongo, kimbundo (línguas da Angola e do baixo Congo), mas também em iorubá, português, inglês, espanhol e francês. Ele toca um violão acústico experimental com somente 5 cordas e diferenças no timbre. Ouvimos então a sua voz profunda e calorosa, um pouco grave, pairando no ar acima do dedilhar do violão sereno.

Elizabeth Noon
Congo-Angola-Bahia


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